Brasil

O slogan abortista em Turma da Mônica Jovem

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Esqueci de comentar aqui um fato ocorrido já há alguns meses, mas que não posso deixar passar em branco. O gibi da Turma da Mônica Jovem #94 colocou na boca da personagem conhecida e amada por tantos brasileiros uma frase utilizada frequentemente em campanhas feministas pró aborto como a “Marcha das vadias”. Chateada com seus amigos que lhe cobravam que colocasse um aparelho dentário, Mônica esbraveja “Meu corpo, minhas regras”.
“Comunistas, como bons psicopatas que são, sabem imitar perfeitamente os sentimentos bons das pessoas normais, para conquistar sua confiança e depois, quando estão desprevenidas, inocular nelas o veneno, o ódio revolucionário. No aguardo do momento certo de virar o jogo, podem esperar dez, vinte, trinta anos, gerações inteiras. A “Campanha do Betinho”, que começou simulando caridade até transfigurar-se no obsceno “Fome Zero”, foi um exemplo clássico. A transformação da inocente Revistinha da Mônica num odiento discurso abortista é outro.”

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Gays, façam seus próprios quadrinhos!

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Há alguns anos, denunciei o lobby gay na indústria de quadrinhos americanos. Diversos personagens estavam sendo transformados em homossexuais, sendo afeminados e tendo sua história completamente deturpada para servirem de bandeira para uma ideologia. Desde aquela época, as coisas só pioraram. O lobby continua e tem cada vez mais força. Recentemente, o Homem de Gelo foi transformado em gay sem explicação nenhuma. Eles estão avançando em sua agenda, agora não visam só os personagens secundários, querem os principais. Enquanto houver uma criança ou jovem que não concorde com a agenda, eles seguirão tentando influenciar.

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Frank Miller ironiza a decadência dos quadrinhos

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Frank Miller estará no Brasil no próximo mês para o evento Comic Con Experience (CCXP). Ele vem divulgar seu novo trabalho, o terceiro volume de Cavaleiro das Trevas. Não há muito a se falar sobre a HQ além de que não é uma continuação natural da história, mas sim um golpe de marketing, como alguns dizem, para pagar tratamentos de saúde de Miller e levantar a DC Comics de um suposto colapso financeiro, o prejuízo de dois milhões de dólares.

Este terceiro volume vai tratar da libertação dos kriptonianos de Kandor, a cidade engarrafada por Brainiac, eles vão compor uma “raça superior” a ser confrontada por Batman e outros heróis do panteão DC. Escrita por Brian Azzarello e desenhada por vários artistas, a HQ vai ser lançada semana que vem nos EUA, e um quarto volume já foi anunciado.

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Proibição da publicidade infantil – O futuro autoritário planejado

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A mídia de quadrinhos vem noticiando de forma confusa e atabalhoada o que seria uma ameaça a produção e comercialização de quadrinhos, desenhos animados, games e qualquer mídia que tenha como público alvo crianças e adolescentes. A ameaça consiste em uma resolução do “Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente – CONANDA” que supostamente proíbe a veiculação de publicidade direcionada a crianças.

Para evitar mal entendidos, é chato, mas necessário, ler aqui a íntegra do texto da resolução, depois partimos para os meus comentários.

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Como criar um super-herói brasileiro em dez lições

 

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Certa vez prometi que não ia mais falar sobre quadrinhos brasileiros, foi em um momento em que me senti realmente ameaçado por pessoas que não gostavam de minhas opiniões. Depois de um tempo mudei de ideia e me peguei pensando no assunto. Não gosto do que se produz de quadrinhos no Brasil, mas senti que poderia, aqui na função de alguém que pensa os quadrinhos de maneira crítica, dar uma contribuição para aqueles que desejam criar algo, através de uma série de artigos. Que esses textos um dia serão úteis a alguém eu não sei, mas que fique registrado que eu tentei.

O primeiro tema a ser tratado são os super-heróis, sendo que estas dicas se destinam mais aos escritores, sem mais delongas:

Como criar um super-herói brasileiro em dez lições

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