Estamos de volta!

 

Após mais um hiato em nossa atividade aqui no blog, retornamos definitivamente a ativa com uma pequena colaboração para o site Tradutores de direita. O artigo “Você tem sua diversidade nos quadrinhos, então por que não compra?”, traduzido do original Comics: You’ve Got Your Diversity, So Why Don’t You Buy Them?“ 

Aproveite para ler a introdução escrita por mim em parceria com Rodrigo Carmo, um dos editores do site. Nas próximas semanas, o Caixa de Gibis voltará com muito mais.

Aqueles que estão na extrema esquerda, sendo excelentes propagandistas, são muito competentes para projetar a ideia de que são culturalmente sensíveis. Na verdade, a maior parte de seu sucesso vem através de sua fervorosa devoção à Diversidade, e as leis provenientes de ações afirmativas são expressões reguladoras dessa devoção. Os conceitos de diversidade e sensibilidade cultural foram confundidos com sucesso na mente do público, e a fraude de extrema esquerda da defesa das minorias é perpetuada como resultado.

A beleza em ser um fã de quadrinhos está em poder ler histórias sobre pessoas extraordinárias fazendo coisas extraordinárias. Reduzir um personagem ao seu sexo, raça ou etnia é a consequência da obsessão doentia dos progressistas pela diversidade.

Os rótulos são essenciais à cosmovisão dos SJW (se não acompanharmos todas as categorias, não podemos oferecer justiça social em seu nome), assim como as resenhas feitas por críticos de quadrinhos badalados é outra ferramenta para manter a pressão sobre as editoras para que pensem primeiro sobre a diversidade e segundo sobre vendas ou roteiro. Não estaria na hora dos quadrinhos se divorciarem da utopia multiculturalista? Essa obsessão com a diversidade na verdade não coloca os esquerdistas em desacordo com a sensibilidade cultural? Representatividade sem pluralidade ideológica vale de algo?

Os quadrinhos talvez sejam o fenômeno cultural mais importante de nossa época, apesar de serem praticamente ignorados por um certo setor da intelectualidade, principalmente entre alguns conservadores, que os consideram “perda de tempo” ou pura infantilidade.

Os velhos gibis garantem a geração dos produtos culturais mais influentes e rentáveis financeiramente do século XXI. Isso não quer dizer que as revistas em quadrinhos propriamente ditas sejam tudo isso, afinal, sabe-se que elas não são mais tão lidas como eram no passado, porém, sua importância, mesmo que indireta, é enorme, pois tudo o que é feito e consumido em nossa época é influenciado por elas, definido por elas em grande parte.

Com uma parca movimentação financeira que não chega a oito dígitos, os quadrinhos influenciam e definem toda a chamada “indústria cultural”. Todos os filmes e programas de TV dos últimos vinte anos tem alguma influência de quadrinhos. A literatura de massas, a moda, a música pop, a internet e até o comportamento dos jovens deve algo aos quadrinhos.

Um fenômeno tão singular e importante não passa despercebido pelos ativos na guerra cultural. A esquerda tenta de todas as formas dominar os quadrinhos mais populares. Ideologia de gênero, multiculturalismo, relativismo moral, penetração islâmica, eles estão tentando inserir todas essas agendas nos quadrinhos. Este se configura como um espaço estratégico, como ponte para mídias de maior alcance, e esta batalha de dominação mereceria um espaço maior em sites e blogs conservadores e liberais.

Com a tradução do artigo abaixo, apresentamos dados objetivos sobre a produção e venda de quadrinhos americanos que incluem a chamada “diversidade”, mostrando como eles são inviáveis comercialmente. O texto é de um ano atrás, muitas dessas HQs não tem versões lançadas no Brasil, mas longe de ser desatualizado, este artigo reflete a realidade de um mercado que luta para se manter enfrentando a pressão de justiceiros sociais aproveitadores enquanto precisa apenas gerar dividendos.

Esperamos com esta iniciativa chamar a atenção para alta relevância dos quadrinhos no mundo contemporâneo, o seu protagonismo nas questões mais discutidas de nossa época.

 

Leia o artigo:  “Você tem sua diversidade nos quadrinhos, então por que não compra?”

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