Abrindo a Caixa

Abrindo a Caixa #6 Especial: Estupro da Cultura

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Olá, macacada! Olha eu aqui de volta com mais algumas notinhas traumatizantes e dolorosas para nenhum SJW botar defeito! Neste especial, abrimos a Caixa para comentar os ataques proferidos contra toda a cultura pop pelas feministas, pelos nerds pançudos e nojentos, comedores de cabeça de galinha e todo tipo de sacripanta e ignorante que inferniza na internet.

Neste post , não teremos dicas de livros, filmes nem gibis. Elas censuraram e queimaram todos, malditas!

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Abrindo a Caixa #5 (Moloko Special Edition)

moloko

 

Meus irmãos e únicos amigos, nossa bitva com os milicents do messel continua. Para os zammechat bezoomys e droogs que me seguem nas goovoretadas sociais não há muita novidade aqui hoje nesta quinta edição da Gazetta Abrindo a Caixa. São minhas rasoodockadas de sempre sobre biblios e gibis que li e as velhas drats e reclamações sobre a jeezny, bog e o universo. Mas pra quem me segue somente nos murais de grupas vamos ter muitas coisas interessovat e horrorshow.

Para quem achou minha skaza chepooka, está poogly e não consegue pony, saiba que é uma homenagem a Anthony Burgess, um dos meus escritores preferidos, no último dia 22 de novembro fez 22 anos que ele faleceu. O moodge era um gênio, rasoodockou tudo o que está sloochaty no mundo hoje, o domínio dos gloopy sobre os oomnys, recomendo seus biblios 1985 e The Wanting Seed.

Hoje vamos homenagear também a devotchka Vampirella, personagem destruída pela soonka de lucious glory maldita e nadmenny Gail Simone. Dobby leitura!

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Abrindo a Caixa #4

gibi

Gibi

Poucas pessoas já devem ter parado pra pensar que no Brasil temos palavras únicas e belíssimas. Nosso jeito de falar o português é incomparável.

As palavras Gibi e Quadrinho, por exemplo. Não me consta que sejam usados termos semelhantes em nenhum outro país.

Em italiano os quadrinhos são chamados de Fumetti; na França eles são Bande Dessinée; em Portugal, Banda Desenhada; nos Estados Unidos chamam-se Comics; Na Espanha as revistas são chamadas de Tebeos; No Japão são mangás, os desenhos irresponsáveis. Em outros países latinos são chamados de Historietas.

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Abrindo a Caixa! #3

Mais uma série dos meus comentários impertinentes feitos nas redes sociais, Eu os salvo aqui para que eles não se percam entre as brumas da ignorância algoritmica. Também tenho sofrido muita censura nesses sites e pensando em uma maneira de barrar a vigilância dos Social Justice Suckers. É difícil falar o que pensamos hoje em dia, é difícil até pensar! Em breve eles tentaram controlar até nossos cérebros!

Nesta nova edição temos Drácula, Alan Moore, Visões de 2020 e outras coisas que não lembro mais pois eu não reviso esses textos. Abraços.

Alan Moore

Alan Moore detona

Acho que em parte Alan Moore está correto em suas últimas declarações. O culto aos super-heróis no século XXI é realmente uma catástrofe cultural.

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Abrindo a Caixa #1

Mulher-Aranha de Manara

Mulher-Aranha de Manara

Não se faz mais blogs sem redes sociais, é lá que recebemos as notícias e a maior parte da interação com os leitores, eu escrevo muito por lá. Mas tudo se perde, de maneira que algumas coisas precisam ser resgatadas e guardadas aqui. Por isso tive a ideia de criar essa coluninha ocasional, pra não perder as ideias, comentários sobre notícias e outras bobagens que escrevo sobre quadrinhos.

Coloristas, assassinos de gibis

Desculpa ai os colegas que hoje trabalham pro mercado americano colorindo HQs de super-herói, mas uma coisa que eu observei outro dia foi a péssima qualidade do trabalho de colorização feito nos gibis atuais. É tanta cor terciária, tanta frieza, tanto “realismo” que estraga os desenhos. Dei uma olhada em umas edições de X-Men e não consegui nem entender o que se passava. Achei que era só um exemplo ruim, mas vi que não, olhei uma edição dos Vingadores com desenho do brasileiro Mike Deodato e não entendi nada, olhei alguns gibis da DC e percebi que, com poucas exceções, esse colorido é uma tendência.

Além de tudo ser escuro e parecer noite, o trabalho do desenhista fica enterrado naquelas inúmeras camadas de pixels, não se reconhece de pronto o traço do artista. O arte-finalista, então, além de enterrado, está morto, as hachuries perderam o sentido de existir e parecem sujeira, não há como criar textura, os coloristas estragam tudo.

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