Super-Heróis

Frank Miller ironiza a decadência dos quadrinhos

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Frank Miller estará no Brasil no próximo mês para o evento Comic Con Experience (CCXP). Ele vem divulgar seu novo trabalho, o terceiro volume de Cavaleiro das Trevas. Não há muito a se falar sobre a HQ além de que não é uma continuação natural da história, mas sim um golpe de marketing, como alguns dizem, para pagar tratamentos de saúde de Miller e levantar a DC Comics de um suposto colapso financeiro, o prejuízo de dois milhões de dólares.

Este terceiro volume vai tratar da libertação dos kriptonianos de Kandor, a cidade engarrafada por Brainiac, eles vão compor uma “raça superior” a ser confrontada por Batman e outros heróis do panteão DC. Escrita por Brian Azzarello e desenhada por vários artistas, a HQ vai ser lançada semana que vem nos EUA, e um quarto volume já foi anunciado.

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Garotas, geeks, machismo e super-heróis

Mulher-Maravilha

 

Virou moda clamar por uma mudança nas representações de mulheres nas histórias de super-heróis?

Um conjunto pérfido, ridículo e pervertido de ideologias vem sendo macaqueado de sites estrangeiros por algumas feministas brasileiras, supostamente envolvidas com quadrinhos. Isso seria até previsível pois, como sabemos, 90% dos sites sobre quadrinhos do Brasil não faz nada além de copiar o que os sites americanos apresentam, via tradutor do google. Porém nesse caso, a coisa pode realmente ficar preta.

As ideologias que discutem gênero (faça uma pesquisa no google “ideologia de gênero” e “teoria queer”) dominaram o meio universitário e se espalharam no meio cultural. É a nova moda dos inteligentinhos, dizer que você não nasce homem ou mulher, gênero é uma construção social ou cultural e você pode escolher ser o que a sua cabecinha infantil e doentinha achar que é. Para não nos alongarmos, basta dizer que essas ideologias bizarras chegaram aos criadores de quadrinhos e começaram a fazer estragos.

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Não chore pelo Superman!

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SUPER HOMEM, MEU VELHO, É AQUI QUE A GENTE SE SEPARA

Ainda não tinha lido essa “carta aberta ao Superman”, onde Paulo Ramos, jornalista especializado em quadrinhos, chora a qualidade das atuais histórias do seu herói preferido e acusa o cinema de ser o culpado. Data de quase um ano atrás, quando eu estava parado com o blog. Eu poderia ignorar, se fosse mais um lamento de fanboy, mas o texto vem de um experiente jornalista, formador de opinião, então resolvi digitar algumas linhas a respeito.

Pois bem, vamos lá, Ramos afirma que o cinema estaria ditando as regras das atuais histórias em quadrinhos de super-heróis e isso teria resultado em seu decréscimo de qualidade. Em parte é certo, óbvio até, mas em parte isso não faz nenhum sentido.

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Como criar um super-herói brasileiro em dez lições

 

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Certa vez prometi que não ia mais falar sobre quadrinhos brasileiros, foi em um momento em que me senti realmente ameaçado por pessoas que não gostavam de minhas opiniões. Depois de um tempo mudei de ideia e me peguei pensando no assunto. Não gosto do que se produz de quadrinhos no Brasil, mas senti que poderia, aqui na função de alguém que pensa os quadrinhos de maneira crítica, dar uma contribuição para aqueles que desejam criar algo, através de uma série de artigos. Que esses textos um dia serão úteis a alguém eu não sei, mas que fique registrado que eu tentei.

O primeiro tema a ser tratado são os super-heróis, sendo que estas dicas se destinam mais aos escritores, sem mais delongas:

Como criar um super-herói brasileiro em dez lições

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