Mulher Maravilha

Abrindo a Caixa #5 (Moloko Special Edition)

moloko

 

Meus irmãos e únicos amigos, nossa bitva com os milicents do messel continua. Para os zammechat bezoomys e droogs que me seguem nas goovoretadas sociais não há muita novidade aqui hoje nesta quinta edição da Gazetta Abrindo a Caixa. São minhas rasoodockadas de sempre sobre biblios e gibis que li e as velhas drats e reclamações sobre a jeezny, bog e o universo. Mas pra quem me segue somente nos murais de grupas vamos ter muitas coisas interessovat e horrorshow.

Para quem achou minha skaza chepooka, está poogly e não consegue pony, saiba que é uma homenagem a Anthony Burgess, um dos meus escritores preferidos, no último dia 22 de novembro fez 22 anos que ele faleceu. O moodge era um gênio, rasoodockou tudo o que está sloochaty no mundo hoje, o domínio dos gloopy sobre os oomnys, recomendo seus biblios 1985 e The Wanting Seed.

Hoje vamos homenagear também a devotchka Vampirella, personagem destruída pela soonka de lucious glory maldita e nadmenny Gail Simone. Dobby leitura!

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Frank Miller ironiza a decadência dos quadrinhos

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Frank Miller estará no Brasil no próximo mês para o evento Comic Con Experience (CCXP). Ele vem divulgar seu novo trabalho, o terceiro volume de Cavaleiro das Trevas. Não há muito a se falar sobre a HQ além de que não é uma continuação natural da história, mas sim um golpe de marketing, como alguns dizem, para pagar tratamentos de saúde de Miller e levantar a DC Comics de um suposto colapso financeiro, o prejuízo de dois milhões de dólares.

Este terceiro volume vai tratar da libertação dos kriptonianos de Kandor, a cidade engarrafada por Brainiac, eles vão compor uma “raça superior” a ser confrontada por Batman e outros heróis do panteão DC. Escrita por Brian Azzarello e desenhada por vários artistas, a HQ vai ser lançada semana que vem nos EUA, e um quarto volume já foi anunciado.

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Garotas, geeks, machismo e super-heróis

Mulher-Maravilha

 

Virou moda clamar por uma mudança nas representações de mulheres nas histórias de super-heróis?

Um conjunto pérfido, ridículo e pervertido de ideologias vem sendo macaqueado de sites estrangeiros por algumas feministas brasileiras, supostamente envolvidas com quadrinhos. Isso seria até previsível pois, como sabemos, 90% dos sites sobre quadrinhos do Brasil não faz nada além de copiar o que os sites americanos apresentam, via tradutor do google. Porém nesse caso, a coisa pode realmente ficar preta.

As ideologias que discutem gênero (faça uma pesquisa no google “ideologia de gênero” e “teoria queer”) dominaram o meio universitário e se espalharam no meio cultural. É a nova moda dos inteligentinhos, dizer que você não nasce homem ou mulher, gênero é uma construção social ou cultural e você pode escolher ser o que a sua cabecinha infantil e doentinha achar que é. Para não nos alongarmos, basta dizer que essas ideologias bizarras chegaram aos criadores de quadrinhos e começaram a fazer estragos.

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