Opinião

Não chore pelo Superman!

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SUPER HOMEM, MEU VELHO, É AQUI QUE A GENTE SE SEPARA

Ainda não tinha lido essa “carta aberta ao Superman”, onde Paulo Ramos, jornalista especializado em quadrinhos, chora a qualidade das atuais histórias do seu herói preferido e acusa o cinema de ser o culpado. Data de quase um ano atrás, quando eu estava parado com o blog. Eu poderia ignorar, se fosse mais um lamento de fanboy, mas o texto vem de um experiente jornalista, formador de opinião, então resolvi digitar algumas linhas a respeito.

Pois bem, vamos lá, Ramos afirma que o cinema estaria ditando as regras das atuais histórias em quadrinhos de super-heróis e isso teria resultado em seu decréscimo de qualidade. Em parte é certo, óbvio até, mas em parte isso não faz nenhum sentido.

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Um mundo só de quadrinhos?

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Ao rever Fahrenheit 451, filme de François Truffaut de 1966, adaptado da novela homônima de Ray Bradbury, notei uma cena muito curiosa. No mundo onde os livros são proibidos e a comunicação se dá através de imagens, com o predomínio da televisão, as pessoas leem jornais em forma de quadrinhos! Da leitura do livro original, não lembrei de qualquer citação a gibis, presume-se que foi Truffaut quem incluiu esse detalhe quando da adaptação cinematográfica. Mas vamos ser sinceros, este objeto de cena tem todo sentido de existir e diz muito sobre uma sociedade distópica onde os livros não seriam mais lidos por qualquer razão.

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Como o esquerdismo se tornou kryptonita para o Superman!

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O domínio da indústria de quadrinhos pelos esquerdistas foi denunciado pelo Caixa de Gibis vários anos atrás, muitas pessoas me chamaram de louco, paranoico, teórico da conspiração e discípulo de Reinaldo Azevedo (a pior ofensa), mas o que eu dizia não eram delírios, eram fatos coletados em mais de vinte anos lendo quadrinhos e observando a postura de editores, artistas e escritores do ramo. Poucos críticos já se pronunciaram sobre o assunto, no Brasil nenhum além de mim. Artistas sempre preferem não se comprometer com posições contrárias ao sistema do qual dependem financeiramente, assim, a militância política esquerdista que domina as editoras prevalece com sua Agenda inserida nos gibis.

Porém dois artistas corajosos decidiram se pronunciar contra esse abuso. Em 8 de junho de 2014, Chuck Dixon e Paul Rivoche assinaram o artigo “How Liberalism became Kryptonite for Superman”, no The Wall Street Journal. O artigo teve ampla repercussão na mídia de quadrinhos dos EUA e levou os dois até a debates na Fox News. Os esquerdinhas americanos ficaram furibundos! No Brasil o artigo foi quase ignorado. Decidi traduzir o texto para provar que eu não estava delirando todos esses anos. Existe sim uma Agenda!

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